Pr. Jailson Santos

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A IMPORTÂNCIA DE ESTUDAR E PREGAR O ANTIGO TESTAMENTO



Em 2017 Pregarei lá! Borá?




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INTRODUÇÃO

Há quem tenha observado que pouco se prega sobre o Antigo Testamento. Possivelmente, existem pessoas que acreditam que o Antigo Testamento é uma parte superada da Bíblia, tendo se tornado peça de antiquário ou de museu. Dr. Page Kelley, disse hiperbolicamente “que se os livros do Antigo Testamento fossem substituídos por páginas em branco, à maioria dos pastores sequer notaria a diferença”. [1]
Segundo Isaltino professor de homilética a cada quatro sermões pregados apenas um é no Antigo Testamento mesmo ele sendo maior que o novo. [2] Se fizermos uma pesquisa nas Igrejas iremos constatar que a maioria das pessoas lê e estuda mais o Novo Testamento que o Antigo. Há uma supremacia do Novo Testamento e um Desprezo do Velho.
As razões para este desequilíbrio são diversas. Uns dizem que não consegue estendê-lo. Outros dizem que ele não é tão importante, pois estamos “no tempo da Graça”. Ainda outros que vão mais longe e o considera obsoleto.
Todavia o Antigo Testamento é tão relevante quanto o Novo. O Autor das Escrituras é o próprio Deus. Ele que as inspirou de Gênesis ao Apocalipse. Essa verdade está explicitamente descrita no capítulo I da Confissão de Fé de Westminster quando diz: “Sob o nome de Escritura Sagrada, ou Palavra de Deus escrita, incluem-se agora todos os livros do Velho e do Novo Testamento, que são os seguintes, todos dados por inspiração de Deus para serem a regra de fé e de prática [...]” [3] (negrito meu). Deus não se revelou apenas em parte da história, mas em todas as épocas e isto nos mostra a unidade das Escrituras como revelação progressiva, lógica e coerente. [4] Desprezar o Antigo Testamento é ferir a unidade das Escrituras.
Por que muitos cristãos evitam estudar e pregar no antigo testamento? Como entender o antigo testamento? Por que devemos pregar em textos do antigo testamento? O Objetivo deste trabalho é responder as estas perguntas de forma simples e resumida. Não pretendemos aqui esgotar o assunto, mas apenas lança luz a nossa mente sobre o mesmo.

I. POR QUE MUITOS CRISTÃOS EVITAM
 ESTUDAR E PREGAR NO ANTIGO TESTAMENTO?

Há varias razões pelas quais os cristãos não estudam e pregam com frequência no Antigo Testamento. Aqui veremos apenas três.


Uma das principais razões para a falta de pregação no Antigo Testamento é a má interpretação da pessoa de Deus, no que diz respeito à progressividade da Revelação. Que teve seu inicio com Marcião, um herege gnóstico que viveu na Ásia Menor no segundo século d.C.. Para ele o Deus do Antigo Testamento é diferente e até mesmo inferior ao do Novo Testamento. [5] Ele acreditava que o “Deus” carrasco e mal da antiga aliança não pode ser conciliado com o Deus amoroso e gracioso do novo pacto da graça.
Essa interpretação de Marcião ganhou força com os racionalistas e trouxe uma dicotomia bíblica entre Lei e Graça, onde à última passou a ser exaltada e a primeira desprezada. Alguns chegam a dizer: “para que se preocupar com a Lei se nós estamos no tempo da Graça?” Esse pensamento traz a idéia que o Antigo Testamento é pouco importante, e até mesmo para alguns, obsoleto. [6]
Essa má interpretação da Revelação de Deus tem levado muitos pregadores a desprezarem a pregação das verdades contidas no Antigo Testamento. Eles pregam muito sobre a Graça, mas se esquecem da importância da Lei para se compreender a Graça. Assim é necessário entendermos que “não podemos cometer o erro de criar uma dialética: AT = Lei e NT = Graça. O Antigo Testamento contém Lei, mas também contém evangelho em forma de promessa e graça, e vice - versa em relação”. [7]
Lloyd-Jones comentando o sermão do monte diz: “Ora isso é algo que muito freqüentemente percebemos haver sido olvidado nessa tentativa de se estabelecer a antítese entre a lei e a graça; e o resultado é que os homens e mulheres com freqüência ignoram, completa e inteiramente, a lei”. [8]


Pregara a Bíblia exige um esforço muito grande, mas pregar no Antigo Testamento exige uma dedicação maior ainda. Há algumas razões para essa dedicação:

1.2.1. Contexto. Para estudar e pregar no Antigo Testamento é necessário compreender o contexto histórico, cultural e social do Antigo Testamento. [10]

1.2.2. Costumes. Estudar e pregar no Antigo Testamento exige mais cuidado e mais atenção que no Novo. Exige um bom conhecimento da cultura daquela época. Precisa-se saber dos costumes. [11]

1.2.3. Língua. Talvez essa seja a principal razão pela qual os cristãos evitam o Antigo Testamento. Falta de conhecimento, do Hebraico (língua em que o Antigo Testamento foi escrito) têm levado muitos a não estudar e expor os textos do Antigo Testamento.   


Muitos cristãos evitam o estudo do Antigo Testamento por causa do abismo que há entre ele e o texto. A diferença de tempo, idioma, escrita, costumes e outros aspectos fazem do Antigo Testamento algo não tão familiar para os cristãos contemporâneo. Pelo fato do AT não ser histórias e narrativas do dia-a-dia muitos optam por desprezar o antigo Testamento, por alegar que não consegue entendê-lo.

II. COMO ENTENDER O ANTIGO TESTAMENTO?

Como já foi dito a diferença de tempo, idioma, escrita, costumes e outros aspectos fazem do Antigo Testamento uma parte de difícil interpretação na Bíblia. Aqui falaremos de maneira simples e resumida alguns passos para a interpretação do Antigo Testamento.




Um livro qualquer da do Antigo Testamento constitui apenas uma das muitas formas literárias que se acham nela. Muitas pessoas nem sequer tem consciência de que as Escrituras contêm vários tipos de literatura, tais como: poesias, provérbios, orações, discursos, histórias, leis, biografias e Profecias. Cada um deles deve ser interpretado de forma diferente. Não se interpreta poesias como se interpreta profecias. Compreender o gênero e fundamental para o entendimento da passagem do Antigo Testamento que se está estudando. Para Bill T. Arnold “quando não é levado em consideração o tipo de literatura, pode-se chegar a uma interpretação distorcida da passagem bíblica”. [12] 


Para compreender o Antigo Testamento assim como qualquer parte da Bíblia é necessário considerar o contexto cultural, social e religioso da época na qual o mesmo foi escrito. Entender o que está a voltado texto é fundamental para uma boa compreensão do mesmo. Além disso, é necessário analisar os seguintes contextos: [13]

2.2.1. Contexto imediato. Diz respeito às sentencias que vem antes e depois da do texto que se está estudando.

2.2.2. Contexto remoto. O contexto remoto descreve o material bíblico nos capítulos ao redor e mais distantes. Segundo Bill T. Arnold, através dele é possível pesquisar uma idéia ao longo de todo o Antigo Testamento. [14]  
  
2.2.3. Contexto histórico. O contexto histórico refere-se ao momento da História em que o autor escreveu determinada passagem da Bíblia. Teremos uma compreensão melhor do livro de Lamentações, por exemplo, se soubermos que o autor estava descrevendo a condição de Jerusalém depois de sua destruição em 587 a.C. Podemos entender melhor o significado de um salmo de Davi se soubermos a ocasião em que ele foi escrito. Assim, o contexto histórico forma o pano de fundo sobre o qual o autor bíblico compôs seu texto. [15]


Ao ler o Antigo Testamento não se deve esquecer que ele aponta para Cristo. Para Agostinho o cânon bíblico, inclusive o Velho Testamento, deve ser abordado como uma unidade cristocêntrica. [16] Cristo é o tema central tanto de Novo como do Velho Testamento. Thomas Adams afirmar que Cristo é “a suma de toda Bíblia, profetizando, tipificando, prefigurando, exibido, demonstrado, a ser encontrado em cada folha e em cada linha”. [17] Para Calvino, “cristo é a substância, escopo e essência da revelação bíblica, e só é possível compreender as Escrituras, se elas forem lidas ‘com o propósito de encontrar Cristo nelas’”. [18]  
Segundo Abraão Kuyper um evento na vida dos patriarcas, um episódio da vida de Davi uma experiência dos profetas não ser apresentada como uma cena isolada, mas como uma unidade Cristologia. [19] Sendo assim, o Antigo Testamento só será entendido de forma clara e completa se lido na perspectiva Cristocêntrica.



III. POR QUE DEVEMOS PREGAR EM TEXTOS DO ANTIGO TESTAMENTO?

“Prega a palavra, insta a tempo e fora de tempo, admoesta, repreende, exorta, com toda longanimidade e ensino” (2 Timóteo 4. 2). A verdade expressar por Paulo a Timóteo aqui é que ele deve pregar a Palavra. Ele não diz pregue parte da Palavra, mas a Palavra. Aqui observarenos algumas razões pelas quais devemos pregar “todo o conselho de Deus”, inclusive os revelados no Antigo Testamento.


"Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para ensinar, convencer, corrigir e educar na justiça [...]" (2 Timóteo 3:15-16). O autor das Escrituras é o próprio Deus. Ele que as inspirou de Gênesis ao Apocalipse. Essa verdade está explicitamente descrita no capítulo I da Confissão de Fé de Westminster quando diz: “Sob o nome de Escritura Sagrada, ou Palavra de Deus escrita, incluem-se agora todos os livros do Velho e do Novo Testamento, que são os seguintes, todos dados por inspiração de Deus para serem a regra de fé e de prática [...]” [20] (negrito meu). Deus não se revelou apenas em parte da história, mas em todas as épocas e isto nos mostra a unidade das Escrituras como revelação progressiva, lógica e coerente. [21] As Escrituras do Antigo Testamento é tão Palavra de Deus como as reveladas e escritas no Novo. C. H. Spurgeon aconselhava os seus alunos que apegassem a verdade e anunciassem todo o conselho de Deus ao invés de procuraremos ajustar a nossa Bíblia a esta época. [22] Devemos pregara o Velho Testamento porque também é Palavra de Deus.

          Todas as mensagens pregadas por Cristo tiveram como base no Antigo Testamento. O famoso sermão do monte pregado por Jesus teve como base as verdades já reveladas no Antigo Testamento, e, ele não foi apenas uma interpretação da Lei, mas também uma citação da mesma. [23]
Durante todas as suas mensagens Jesus fazia citações ou alusões da Revelação da antiga aliança. Quando tentado usou o Antigo Testamento: Está escrito [...] (Mateus 4. 1-11). Aos escribas judeus Ele disse: "Examinem as Escrituras, pois achais ter a vida eterna através delas, e elas testemunham sobre Mim.” Nosso Senhor disse ainda aos discípulos: "há de se cumprir tudo, o que foi dito sobre Mim na lei de Moisés, nos profetas e nos salmos." Conversando com os desanimados discípulos no caminho de Emaus Ele “começando por Moisés, e por todos os profetas, explicava-lhes o que dele se achava em todas as Escrituras” (Lucas 24. 27).
As palavras do Salvador e seu exemplo são suficientes para que a igreja estude e pregue a lei de Moisés, os profetas e os salmos. O Antigo Testamento é Bíblia que Jesus usou, e, se o próprio Cristo o usou e dele tirou os mais profundos ensinamentos, nós também devemos usá-lo.


De igual modo a base da pregação dos Apóstolos era o Antigo Testamento. É provável que eles usavam a LXX (Tradução do Antigo Testamento para o grego) em suas pregações. Quando Pedro pregou seu primeiro sermão à base foi à revelação de Deus dada na Lei e nos Profetas: “Homens irmãos, convinha que se cumprisse a Escritura que o Espírito Santo predisse pela boca de Davi”; “Porque no livro dos Salmos está escrito: Fique deserta a sua habitação, E não haja quem nela habite, Tome outro o seu bispado” (Atos 1). De igual modo o sermão de Estevão é um resumo interpretativo da Lei e dos Profetas. A carta aos Hebreus teve como sua base o as verdades reveladas aos Patriarcas. As cartas de Paulo é uma interpretação da Lei e dos profetas.
Assim, a base da pregação dos apóstolos e da Igreja primitiva foi o Antigo Testamento. E se o AT foi o alicerce da pregação de Cristo, dos Apóstolos e dos Pais da Igreja, não pode ser desprezado em nossos púlpitos nos dias de hoje. 


O último Testamento lança luz sobre primeiro e abre nossa compreensão do mesmo, mas é impossível entendê-lo sem o primeiro. Despreza a pregação do Antigo Testamento é ferir a unidade da Bíblia. Segundo Abraão Kuyper um evento na vida dos patriarcas, um episódio da vida de Davi uma experiência dos profetas não ser apresentada como uma cena isolada, todavia todos os fatos históricos do Antigo Testamento são na verdade fragmentos da grande obra da Revelação de Deus. [24] Estudar e pregar apenas o Novo Testamento é uma meia verdade e uma meia verdade está a um passo de uma meia mentira.
Sendo assim, estudar e prega a Bíblia sem considera o Antigo testamento é como assiste um filme a partir da metade, você até ver o final, mas não entende a história por completo. Despreza o estudo e a pregação do Antigo Testamento é ferir a unidade da Bíblia.

CONCLUSÃO

Agora que chegamos juntos ao fim deste trabalho, esperamos ter lançado luz sobre a importância do Antigo Testamento, a ponto de vê-lo como Palavra de Deus, respeitá-lo em sua forma e valorizarmos o seu estudo e a pregação. Como já dissemos estudar e pregar no Antigo Testamento exige mais cuidado e mais atenção que pregar no Novo. Exige um bom conhecimento da cultura daquela época, precisa-se saber dos costumes e ter um bom conhecimento do contexto histórico, cultural e religioso.
Essas dificuldades, por sua vez não podem nos impedir de estudarmos de forma sistemática o Antigo Testamento. O seu estudo é fundamental para o entendimento do Novo Testamento, e traz lições grandiosas e práticas para vida cristã.
Na Lei há os princípios que regem todas as sociedades. Nos profetas há uma declaração da vontade de Deus para o seu povo. Os Salmos são conforto para a alma. Provérbios trazem instruções para a vida. Os livros Históricos nos ajudam a entendermos o presente.
Não podemos nos apegar ao Antigo Testamento e anularmos a Cristo como faz muitos pregadores, por outro lado não podemos desprezá-lo como faz os liberais, mas de forma sensata e equilibrada devemos estudar e pregar “todo o conselho de Deus”, inclusive os revelados no Antigo Testamento. Por isso, estudemos mais e preguemos mais o Antigo Testamento, pois ele também o é a Palavra de Deus.


[1] Page Kelley apud BAPTISTA, Walter Santos. O Antigo Testamento e a Pregação. Artigo disponível em: <http://www.pesformosos.org/estudos/o_antigo_testamento_e_a_pregacao.pdf > Acessado em: 16/06/2008
[2] FILHO, Isaltino Gomes Coelho. O uso do Antigo Testamento na pregação contemporânea. Disponível em: <http://www.ibcambui.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=405&Itemid=82 >
Acessado em: 16/06/2008
[3] A Confissão de Fé de Westminster. 3a ed. São Paulo: Cultura Cristã, 1997. Capitulo I.
[4] Cf. MEISTER, Mauro. Pregação no Antigo Testamento: É mesmo necessária? Artigo disponível em: <http://www.monergismo.com/textos/pregacao/pregacao_meister.htm> Acessado em: 16/06/2008
[5] Ver: MEISTER, Mauro. Lei e Graça. São Paulo. Editora: Cultura Cristã, 2004. p.73
[6] Ver ANGLADA, Paulo. Introdução à Hermenêutica Reformada. Ananindeua. Knox Publicações. 2006. p. 49.
[7] Cf. BAPTISTA, Walter Santos. O Antigo Testamento e a Pregação. Artigo disponível em: <http://www.pesformosos.org/estudos/o_antigo_testamento_e_a_pregacao.pdf > Acessado em: 16/06/2008
[8] LLOYD JONES, Martyn, Estudos no Sermão do Monte, São Paulo: Editora Fiel, 1999. p. 12
[9] Para compreender a História de Israel ver SCHULTZ, Samuel J., A Historia de Israel no A.T. Ed. Vida Nova, 1986. 413 p.
E também: John Bright, História de Israel. São Paulo: Paulinas, 1978.
[10] Ver Pregação Cristocêntrica
[11] BAPTISTA, Walter Santos. O Antigo Testamento e a Pregação. Artigo disponível em: <http://www.pesformosos.org/estudos/o_antigo_testamento_e_a_pregacao.pdf > Acessado em: 16/06/2008
[12] Arnold, Bill T. Descobrindo o antigo testamento São Paulo. Editora: Cultura Cristã, 2001. p. 30.
[13] Ver também: ibid e idem
[14] Ibid e idem.
[15] Cf. Arnold, Bill T. Descobrindo o antigo testamento São Paulo. Editora: Cultura Cristã, 2001. p. 30.
[16] Ver ANGLADA, Paulo. Introdução à Hermenêutica Reformada. Ananindeua. Knox Publicações. 2006. p. 125.
[17] Ibid p. 100                                                                                
[18] Ibid p. 125
[19] Kuyper apud ANGLADA, Paulo. Introdução à Hermenêutica Reformada. Ananindeua. Knox Publicações. 2006. p. 125.
[20] A Confissão de Fé de Westminster. 3a ed. São Paulo: Cultura Cristã, 1997. Capitulo I.
[21] Cf. MEISTER, Mauro. Pregação no Antigo Testamento: É mesmo necessária? Artigo disponível em: <http://www.monergismo.com/textos/pregacao/pregacao_meister.htm> Acessado em: 16/06/2008
[22] Spurgeon apud ANGLADA, Paulo. Spurgeon e o Evangelicalismo Moderno. São Paulo. Editora: Os Puritanos, 1996. p. 31
[23] Vários livros do Antigo Testamento fazem referência à bem-aventurança. Dentre eles o livro de Provérbios e o livro dos Salmos são os que mais fazem referências às bem-aventuranças. Estes livros do Antigo Testamento eram lidos constantemente nas sinagogas, e mesmo aqueles que não sabiam ler conheciam de cor algumas das citações, entre elas as que envolviam a idéia da bem-aventurança.
Ver também os textos que São base para o texto do sermão do monte: Is 57: 15; Sl 51: 17 ; Is 57: 15; Sl 51: 10; Is 61: 1- 2; Nm 12: 3; Is 29: 19; Sl. 22: 26; Sl. 37: 11. 
[24] Kuyper apud ANGLADA, Paulo. Introdução à Hermenêutica Reformada. Ananindeua. Knox Publicações. 2006. p. 180.


Veja os vídeos e baixe os slides da série as  sete igrejas do apocalipse.






















Baixe os slides da primeira mensagem da série:


Apocalipse 2: 1-7

Slides: http://goo.gl/XaKbXy

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Apocalipse 2: 8-11



Slides: http://goo.gl/RZm3lA

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Baixe os slides da primeira mensagem da série:


Apocalipse 2: 12-17

Slides: http://goo.gl/HCzOG5

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Baixe os slides da primeira mensagem da série:


Apocalipse 2: 18-29

Slides: http://goo.gl/ZPGyAe

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Apocalipse 3: 1-6

Slides: http://goo.gl/w0sGNt

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Apocalipse 3: 7-13

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Apocalipse 3: 14-22

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Jailson Santos

Mestrando em Divindade pelo Centro de pós-graduação Andrew Jumper (Mackenzie - São Paulo)

Bacharel em Teologia pelo Seminário JMC e Universidade Presbiteriana Mackenzie

Pastor auxiliar na Igreja Presbiteriana Aliança em Limeira - SP

Professor de teologia sistemática no SPFB

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