Pr. Jailson Santos

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Como foi no tempo de Noé, assim será no dia da volta de Cristo


INTRODUÇÃO.

Alguns anos atrás um grupo de místicos afirmou que em 21/12/2012 a história da humanidade chegaria ao fim. A Base para tal afirmação foi um calendário utilizado por culturas da meso-américa pré-colombiana. Segundo este calendário em 21 de dezembro de 2012, um raro alinhamento do Sol com o centro da Via-Láctea daria início a uma série de eventos desastrosos. Aconteceriam eventos cataclísmicos, tais como, terremotos, dilúvios, pragas e distúrbios eletromagnéticos, os quais culminariam com o fim dos tempos. Até Hollywood embarcou na onda e lançou uma produção milionária, o filme 2012.
            O ano de 2012 passou e o mundo não acabou, mas a cresça que o fim se aproxima continua. Alguns “cientistas” acreditam que um asteroide pode colidir com a terra em fevereiro de 2019, colocando, possivelmente, um ponto final na terra.
No âmbito religioso, as previsões também acontecem de tempos em tempos. As Testemunhas de Jeová já publicaram diversas datas, não cumpridas, e que foram reeditadas, ou reinterpretadas com “nova luz” recebida pelo Corpo Governante da seita, sediada em Nova York.
Os adventistas, através do pregador Guilherme Miller, ensinaram que a volta de Cristo seria em 22 de Outubro de 1844. Não poucas pessoas, acreditaram nas previsões de Miller, chegando ao ponto de venderem tudo o que tinham para aguardar o grande dia.
No Brasil, em anos recentes, a maior profetisa brasileira, Valnice Milhomens, numa palestra na televisão que foi ao ar em 1991, predisse que Jesus retornaria em um sábado do ano de 2007.
Pela internet, tomamos conhecimento de uma carta aberta, que para muitos deve ser recebida com um aviso solene da parte de Deus. Nela, a remetente, Pastora Neuza Itioka, se diz informada de tomar conhecimento de uma suposta profecia feita por um rabino, que, através de um cálculo de somar, aponta a volta de Jesus para um desses dois anos: 2017 ou 2018.
O doutor F. Kenton Beshore, 86 anos, presidente da Sociedade Bíblica Mundial, anunciou, após uma vida dedicada ao “estudo da Bíblia” que a segunda vinda de Jesus, se dará entre 2018 e 2028.
Uma recente pesquisa feita pela “Pew Research Center Survey” afirmou que 41% dos americanos acreditam que Jesus retornará no ano de 2050. Mas será que podemos prever a volta de Cristo? Como serão os dias que antecedem seu retorno? Em que sentido os dias de Noé se assemelha ao grande dia da vinda do filho do homem? O texto da exposição desta manhã responde, mesmo que de forma breve, algumas destas questões.

1.     Será um dia imprevisível para todos.

De início, precisamos entender que o texto que lemos é parte da resposta de duas perguntas feitas no começo do capítulo: “Jesus saiu do templo e, enquanto caminhava, seus discípulos aproximaram-se dele para lhe mostrar as construções do templo. ‘Vocês estão vendo tudo isto?’, perguntou ele. "Eu lhes garanto que não ficará aqui pedra sobre pedra; serão todas derrubadas". Tendo Jesus se assentado no monte das Oliveiras, os discípulos dirigiram-se a ele em particular e disseram: ‘Dize-nos, quando acontecerão essas coisas? E qual será o sinal da tua vinda e do fim dos tempos?’” Mateus 24. 1-3
Por que os discípulos perguntam sobre o dia e a hora? De acordo com a expectativa apocalíptica do primeiro século, nos últimos dias, os sinais seriam claros e o dia do fim poderia ser conhecido com certa precisão. Contrariando essa ideia, Jesus assevera que os sinais são de igual modo, claros, mas o dia e a hora permanecem escondidos. A certeza do cumprimento não deveria levar os discípulos a concluir que eles podiam prever o tempo do cumprimento exatamente.
Por essa razão, no verso 36 ele indica claramente a impossibilidade de conhecermos o tempo da vinda do Filho do Homem antes de sua ocorrência real. Este tempo está além do conhecimento humano, não apenas em parte, de modo que, por exemplo, o mês ou o ano podem ser conhecidos, mas por completo. Portanto, as informações que estão disponíveis para nós não são para satisfazer a nossa curiosidade sobre o futuro, ou para permitir-nos relaxar até pouco antes do evento. Em vez disso, o que podemos saber, isto é, os sinais futuros que podemos discernir, deve nos motivar a conduta apropriada no presente. O Ensino Novo Testamento sobre escatologia deve nos conduzir a vida ética e não as especulações das chamadas conferências proféticas tão comuns em nossos dias.[1]
O que é tão notável neste versículo é a afirmação de que “nem os anjos do céu”, nem “o Filho” (οὐδὲ ὁ υἱός) sabe o tempo do fim. Essa contundente verdade criou todos os tipos de discussões ao longo da história cristã. Como é que Jesus Cristo, que é Deus não podia saber de uma coisa? Como é que Jesus Cristo que é onisciente, isto é, Ele sabe tudo, não podia saber algo?
Isso é explicado se compreendermos o significado de sua encarnação. De início, precisamos destacar que embora o Logos tenha condescendido tomar “a forma humana”, ele não cessou de existir “na forma divina”. Jesus, misteriosamente, é uma pessoa com duas naturezas: a divina e a humana. A natureza divina sempre esteve presente na vida do salvador, desde a sua concepção. Por exemplo, nós o vemos em João 3, respondendo a uma pergunta que Nicodemos sequer havia feito, mas Ele sabia que estava em sua mente. Ele sabia que Lazaro morreria, mas ressurgiria. Há muitos indícios de Seu grande conhecimento divino nos Evangelhos que não temos tempo de citar aqui.
Todavia, a mente humana do Redentor não era capacitada a conhecer aquilo que a mente divina possuía. Como homem, Jesus era limitado pelas limitações de um homem. Em outras palavras, a mente humana do redentor não possuía atributos divinos, logo não era onisciente. Assim, como observa Heber Campos,
Por razões que não nos foram mostradas na Escritura, a mente divina do Redentor não revelou à sua mente humana (pelo menos até aquele período de seu estado de humilhação) a data da sua volta, o último dia. A mente humana do Redentor não era capacitada a conhecer como a mente divina, a menos que ela recebesse algum tipo de informação da mente divina, ou algum tipo de auxílio da ação do Espírito Santo extraordinária nela.[2]

Assim, a ignorância de Jesus é compatível com o real entendimento de sua encarnação. Quanto Jesus disse que “nem o Filho sabe”, ele enfatizou sua humanidade. Como um ser humano em seu estado de humilhação ele não sabia o dia ou a hora do seu retorno. Com isso, Ele não está negando ser Deus, está confirmando que é homem.

2.     Será um dia desprezível para muitos.

A ordem das palavras na língua original diz o seguinte: “Porque, assim como foi nos dias de Noé, assim será (ou desta forma será) a vinda do Filho do Homem.” A partícula intensiva “assim como” é um “marcador de semelhança entre eventos e estados”. Esta partícula quando combinada com o advérbio demonstrativo “desta forma”, aponta para o fato de que o tempo do retorno de Cristo será exatamente o mesmo dos dias de Noé. No entanto, o que será exatamente?
Uma leitura desatenta do versículo 37 dá a entender, que o contraste é entre a impiedade das pessoas da época de Noé e as do tempo do fim. Tal interpretação encontra apoio no versículo 39: “...veio o dilúvio e os levou a todos”. Apesar de essa ser uma inferência natural e correta do texto, esse não parece ser o ponto principal. Parece mais provável que a intenção da comparação é indicar que comportamento da vida diária (comendo e bebendo, casando-se e dando-se em casamento) que continuou até o momento em que Noé entrou na arca, será o mesmo até Cristo voltar. A mensagem é, então, que o julgamento virá, não apenas em um tempo onde as pessoas estarão envolvidas em atividades particularmente ruins, mas também, no período, no qual, elas estarão conduzindo as coisas normais da vida, sem a consideração devida que o juízo divino que se aproximava. [3]
A atividade contínua, originalmente mencionada nos quatro particípios (“...o povo vivia comendo e bebendo, casando-se e dando-se em casamento”), aponta para normalidade da vida. Comer e beber se relaciona com despreparo diariamente. Casar refere-se às pessoas que se casam, dando-se em casamento refere-se às famílias que dão aos seus jovens a se casar. Casavam e davam-se em casamento ilustra despreparo em relação a uma perspectiva de longo prazo.
Portanto, o ponto principal aqui, não é que se deve deixar de comer, beber, casar ou dar os filhos em casamento. O matrimônio, por exemplo, é uma instituição ordenada por Deus e é bom em si mesmo. A ideia é que não se deve estar envolvido no planejamento de longo prazo enquanto se estar despreparado para um juízo próximo. Da mesma forma que não faria sentido planejar o casamento para o sábado nos dias de Noé que antecederam o dilúvio, se não estava preparado para enfrentar o julgamento de Deus (o dilúvio) na segunda, por exemplo.
Em outras palavras, você não deve fazer estas coisas, sem estar preparado para outra que é mais importante, isto é, julgamento divino. Portanto, o problema é permanecer alheio a tudo mais que a sua própria vida prazerosa. É não ter noção e o devido preparo do julgamento que está batendo a porta.  
Todos os dias a mente, o coração e a vida do povo pré-diluviano eram sempre e somente para estas coisas. Isso significa que, mesmo com a pregação de Noé de que o mundo seria destruído, a vida continuou como sempre. Eles viviam como se nada jamais fosse mudar. Eles desconsideraram o juízo de Deus apesar dos avisos.
A vinda do Filho do Homem, em uma maneira similar ao dilúvio, será sobre uma geração que não desconfia e que vive na normalidade do seu pecado dia após dia.[4] Em outras palavras, as pessoas não darão a mínima para essa verdade. Será uma geração tão cega pelos seus interesses mundanos que não prestará atenção a solenes advertências.[5]
Os eventos que Cristo tinha descrito anteriormente (a tribulação em 24.4-31) deveria evocar preocupação com o plano de Deus para a história, mas em vez disso, o incrédulo, do seu tempo e das eras vindouras, continuará buscando seu próprio prazer nas coisas deste mundo dia após dia. Robert Govett explica que se essas pessoas tivessem acreditado na mensagem da ira Deus prestes a cair sobre suas cabeças, elas teriam jejuado e chorado e não comido e bebido.
­­­­­­­­­­­­Noé pregou a respeito da vinda do julgamento de Deus (2 Pe. 2.5), mas ninguém, exceto a família de Noé prestou atenção à sua mensagem. Em vez disso, as pessoas iam para suas atividades diárias como de costume, ignorando as advertências da Palavra de Deus. Além disso, como nos tempos de Noé o desprezo, também, é por um longo tempo. Por cento e vinte anos muitas pessoas ridicularizaram e zombaram da arca de Noé. Ao longo de mais de dois mil anos, muitos de igual modo, ridicularizam e zombam da cruz de Cristo. Mas, uma hora ou outra, as contas serão acertadas aqui como foram lá!
Hoje, mesmo com todos os sinais e todas as coisas que estão acontecendo, as pessoas não dão a mínima para a Palavra de Deus que aponta para seu juízo. Elas, na verdade, nem sequer considerar isso como uma alternativa. Por exemplo, Deus continua a enviar sinais de que o fim se aproxima: Seca de um lado, chuva de mais no outro; maldade se alastrando por todos os lados; Crueldade como nos dias de Noé. Diante disso, o que vemos é uma agitação ao redor dos computadores para tentar explicar cientificamente por que tudo vai errado com o clima; Análises sociológicas respondendo por que a maldade aumenta e assim por diante. Nossa geração, e não será diferente com a futura, tenta entender tudo isso, sociologicamente, cientificamente ou racionalmente. Ela não enxerga essas coisas como sinais de Deus.[6] Eles não percebem a advertência enviada pelo Criador: “Arrependei-vos! Julgamento está chegando!”

3.     Hoje deve ser o dia de prontidão, pelo menos, para alguns.

O tempo da vinda do Filho do homem não pode ser conhecido, por isso, os cristãos são chamados a estar em um estado de prontidão permanente. Como Blomberg, corretamente observa, o contexto da nossa passagem aponta para este fato. Na primeira parábola (24. 37-41) o retorno de Cristo é completamente inesperado, enquanto que na segunda (parábola do servo bom e do mal - 24.45-51) o retorno é mais cedo do que o esperado e, na terceira (parábola das dez virgens – 25.1-13) é mais tarde do que o esperado. Sendo assim, a incerteza do dia e da hora deve conduzir o cristão à uma vida de prontidão constante. Esta ênfase ética domina todo restante do discurso.[7] Somos chamados a viver sabiamente à luz do inevitável e imprevisível dia de julgamento.[8]
Ridderbos esclarece que, o objetivo destas previsões não é a satisfação da curiosidade humana, mas o fortalecimento da fé da comunidade e sua vida como resultado dessa expectativa para o futuro. Por meio do verso 42, Jesus encoraja os discípulos, diante desta compreensão do fim dos tempos, a ser servos fiéis e prudentes como Noé e os poucos que o ouviu: “Portanto, vigiem, porque vocês não sabem em que dia virá o seu Senhor”. Mateus 24.42
 “Vigiai ou esteja aleta” originalmente tem aspectos importantes. É um imperativo: Por isso, é uma ordem e não uma opção. É um presente: Logo é uma ação continua e não pontual. É ativo: Então, não é para dormir. Ladd observa também, que “a palavra traduzida por ‘vigiai’ nestes vários versos [como o que acabamos de ler] não significa ‘aguardar por’, mas uma qualidade moral ou prontidão espiritual para a volta do Senhor. ‘Ficai também vós prontos’. A incerteza acerca do tempo da Parousia (volta de Jesus) significa que os homens devem está espiritualmente acordados e prontos para encontrar o Senhor quando quer que ele venha”.

Conclusão

Em uma de suas cartas a irmãos na América Jim Elliot afirmou: “Viva de tal forma que, quando chegar a hora da morte, nada tenha a fazer senão morrer”. Eu pergunto: Se Jesus voltasse hoje qual seria seu futuro? Se você morresse hoje para onde você iria? Você está pronto para se encontrar com Jesus?

Aplicações

1.      Veja o mundo com outros olhos.

O Sermão de Jesus apresenta, não apenas semelhanças entre os dias de Noé e os últimos dias, mas também contrastes formidáveis. É importante notar quer os que rejeitam a Palavra de Deus, isto é, os que “nada perceberam”, no versículo 39, são contrastados no versículo 33, que diz: “Assim também, quando virem todas estas coisas, saibam que ele está próximo, às portas”.
O verbo grego “gnosko” (saber, conhecer) é utilizado em ambas às passagens e traduzido por “sabiam” no versículo 33 e “perceberam” no versículo 39. Esta palavra grega tem o significado nestes contextos de “compreender o significado de alguma coisa”. Assim, os que conhecem a Palavra de Deus (sabem a verdade, discernem os sinais), precisam ver o mundo de maneira diferente dos que não percebem (não conhece a verdade, não discernem os sinais).
Em outras palavras, os cristãos precisam olhar para o que estar acontecendo no mundo com outros olhos. Por isso, você precisa abrir seu jornal e antes de ler pensar: vou ver o que Deus está fazendo no mundo. Você precisa antes de olhar a previsão do tempo pensar: vou ver o que Deus fará esta semana no céu e na terra.

2.      O nosso viver como pagão, pode ser um sinal, que não estamos pensando como cristão.

As pessoas do tempo de Noé viviam conduzidas por uma filosofia de vida que é a mais comum nos nossos dias. Em termos modernos nós a chamamos de “materialismo”. Os materialistas entendem que o mundo é uma caixa fechada e tudo se resume a esta vida. Para eles o universo material é tudo o que há. Não existe criador, juízo e vida futura.
Em termos práticos muitos cristãos, que conscientemente ou inocentemente foram afetados pela cosmovisão materialista, vivem como a geração de Noé (comendo e bebendo, casando-se e dando-se em casamento) como se a vida se resumisse a este mundo. Grudem, diz o seguinte sobre isso:Os cristãos de hoje que colocam o esforço quase total de suas vidas no objetivo de ganhar dinheiro e adquirir mais posses tornam-se materialistas “práticos” em suas atividades, já que suas vidas não seriam muito diferentes se eles realmente não cressem em Deus”.

3.      Uma boa maneira de esperar o grande dia:

Hoekema acertadamente disse, que enquanto Cristo não vem, precisamos ser

(...) fiéis e sábios mordomos de tudo o que o Senhor nos tiver confiado para cuidar é outro meio de mostrar que estamos prontos para a volta do senhor (Lc 12.41-48). Na parábola dos talentos e das minas dá-se ênfase a que a prontidão para a volta de Cristo significa trabalhar diligentemente para ele com os dons e habilidades que ele nos tem dado (Mt 25.1-40; Lc 19.11-27). E, à luz do juízo final, encontrado em Mt 25.31-46, o melhor modo de se estar preparado para a Segunda Vinda, é estar continuamente mostrando amor àqueles que são irmãos de Cristo. Nossa expectação pela volta do Senhor, portanto, deveria ser um incentivo constante para viver para Cristo e para o seu Reino, e para buscar as coisas que são lá do alto, não as coisas que estão sobre a terra. Mas o melhor modo de buscar as coisas lá de cima é estar ocupado para o Senhor aqui e agora.[9]



[1] Cf. GNER, Donald A. Word Biblical Commentary: Matthew 14-28. Dallas: Word, Incorporated, 2002 (Word Biblical Commentary 33B).
[2] CAMPOS, Heber Carlos de. As duas naturezas do redentor: a pessoa de cristo. São Paulo: Cultura Cristã, 2004. p. 394
[3] NEWMAN, Barclay Moon; STINE, Philip C.: A Handbook on the Gospel of Matthew. New York: United Bible Societies, 1992 (UBS Helps for Translators; UBS Handbook Series)
[4] Cf. GNER, Donald A. Word Biblical Commentary: Matthew 14-28. Dallas: Word, Incorporated, 2002 (Word Biblical Commentary 33B).
[5] Alfred Plummer, An Exegetical Commentary on the Gospel According to S. Matthew. Apud CONSTABLE, Thomas L. “Notes on Matthew”. Disponível em: www.soniclight.com/constable/notes/pdf/matthew.pdf Acessado em 09/04/2014
[6] MacArthur, John Jr. Ready or Not--Here I Come! Part 1. Disponível em: www.gty.org/resources/sermons/2373/?term=Matthew%2024:36-39 Acessado em 10/04/2014
[7] Cf. GNER, Donald A. Word Biblical Commentary: Matthew 14-28. Dallas: Word, Incorporated, 2002 (Word Biblical Commentary 33B).
[8] NEWMAN, Barclay Moon; STINE, Philip C.: A Handbook on the Gospel of Matthew. New York: United Bible Societies, 1992 (UBS Helps for Translators; UBS Handbook Series)
[9] HOEKEMA, Anthony A. A Bíblia e o futuro. 2. ed. São Paulo: Casa Editora Presbiteriana, 2001. 413 p.

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Jailson Santos

Mestrando em Divindade pelo Centro de pós-graduação Andrew Jumper (Mackenzie - São Paulo)

Bacharel em Teologia pelo Seminário JMC e Universidade Presbiteriana Mackenzie

Pastor auxiliar na Igreja Presbiteriana Aliança em Limeira - SP

Professor de teologia sistemática no SPFB

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