Pr. Jailson Santos

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MAIOR EFICIÊNCIA NOS ESTUDOS



PROBLEMATIZAÇÃO:

A grande maioria ainda usa métodos de estudos que deixam muito a desejar. Pesquisas têm demonstrado que a ineficiência no estudo é um dos grandes problemas enfrentados pelos estudantes e a grande causa do fracasso é a falta de conhecimento e utilização dos métodos.
Como melhorar o desenvolvimento acadêmico dos estudantes?

RESUMO

MAIOR EFICIÊNCIA NOS ESTUDOS

Muitos alunos mesmo sendo bons em algumas matérias utilizam métodos ineficientes. O que na verdade deveriam aprender nos primeiros anos de escola.

DIFERENÇA ENTRE CURSO UNIVERSITÁRIO E OS INFERIORES?

Primeiro nos inferiores existe uma grande assistência às aulas e os alunos vivem sobre vigilância disciplinar. Nos universitários a uma “falsa liberdade” ou quebra da rotina dos horários das aulas.
Segundo nas turmas com nível cultural elevado a formação científica. O que faz não preocupar-se com a falta de base de alguns alunos. O que não ocorre com os cursos inferiores.
Diante disso é quase impossível o êxito do estudante que não possui forte motivação para o estudo.
Por fim é preciso entender que, um bom curso é mais que boas notas, é um instrumento insubstituível para o futuro trabalho profissional.

1. COMO SE CONHECE ALGUMA COISA

Mais importantes que as técnicas de estudos são a reflexão de que como ocorre o conhecimento.
Há três fases do conhecimento:
1.1 Fase Difusa que é o conhecimento primário.
1.2 Fase Analítica que é o aprofundamento do conhecimento difuso.
1.3 Fase Sintética que é a síntese do conhecimento adquirido.

2. Método de Estudo.
Uma das grandes diferenças entre os alunos de baixo e alto rendimento são os métodos de estudo, que é indispensável para alcançar a eficiência. Todavia os métodos serão obsoletos se estiverem nas mãos de desinteressados.

3. A questão do Tempo

No mundo corrido das grandes cidades todos queixam a falta de tempo, pois se perde tempo com tudo e os minutos perdidos são irreparáveis.
O segredo de se ganhar tempo em curso superior é organizar as atividades de maneira que possa discernir as essenciais.
Para lhe ajudar aqui vão alguns conselhos para você ganhar tempo:

3.1 - Comece por anotar todas as atividades diárias, escrevendo-a em ordem cronológica. Levando em consideração momentos de lazer.
3.2 - No levantamento desse horário é necessário considerar:
3.2.1 - Utilizar espaços vazios entre as atividades essenciais.
3.2.2 - Substitua por estudo o horário de uma ou mais atividades não-essenciais.
3.2.3 - Reserve ao menos um período mínimo para estudar todos os dias.
3.3 - Inicie o estudo com as disciplinas que lhe despertam menos interesse e depois para as que você gosta.
3.4 - Programe apenas uma hora para estudar com períodos curtos de descanso.
3.5 - Também não programe seu tempo ambiciosamente tentando alcançar “muitos extraordinários”. (sic)
3.6 – Finalmente ao programar seu estudo não se aferre à rigidez, ou seja, evite exagero.

4. O Aproveitamento das aulas.

Muitos alunos pensam ser a aula dispensável no aprendizado. Entretanto a aula é o tempo mais precioso no aprendizado e por isso deve ser aproveitada ao máximo. Para isso é necessário que:

4.1 – O estudante precisa freqüentar a aula e entender que ele é o principal agente do aprendizado, pois a faculdade, aulas e professores, são elementos esternos auxiliares.
4.2 – Assistir a aula com o “silêncio interior”, ou seja, estar sempre concentrado na exposição do professor.
4.3 – Revisar o que aprendeu na classe, de maneira que possa consolidar o aprendizado.

5. O trabalho em grupo

O trabalho em equipe é um dos grandes métodos para unir ganho de tempo com bom rendimento, pois enriquece o trabalho individual.

5.1 – Condições para a eficiência da equipe.
5.1.1 – O grupo deve reunir seis ou sete pessoas que tenham certa facilidade de comunicação entre si e possibilidades reais de encontrar-se fora da escola.
5.1.2 – Os componentes devem ter uma disposição mutua para as atividades do grupo.
5.1.3 – Deve eleger um componente para coordenação do grupo, por um tempo previamente estabelecido, com o objetivo de resolver os eventuais problemas que venham a surgir.
5.1.4 – O líder deve distribuir as tarefas, de modo equilibrado para todos os componentes do grupo.

6. Como os componentes podem aproveitar ao as reuniões em grupo

Em todos os trabalhos em grupo é necessário varias reuniões até o termino do trabalho. E a regra geral é todos os componentes do grupo devem ser objetivos e eficientes.
No trabalho em grupo a participação individual é de estrema importância, pois é a união dos componentes que forma o grupo.

6.1 Para ser um bom componente de grupo é necessário:

6.1.1 - Estar disposto a trabalhar em grupo.
6.1.2 - Ser submisso ao coordenador.
6.1.3 - Ser responsável para com os compromissos assumidos.
6.1.4 - Ser objetivo e eficiente durante as tarefas e os e reuniões.
6.1.5 - Agir com democracia para com as decisões tomadas.

7. Método prático de estudo individual

O método de estudo individual é de grande importância, pois se o aluno não souber estudar individualmente, pouco aproveitara das aulas e trabalhos em grupos.
Clifford Morgan e James Deese sintetizam toda a estratégia do estudo individual com o seguinte acróstico: PL2R. Onde P = perguntar; L = ler; R = repetir e rever. Ou seja, pergunte o que o texto diz, leia o que o texto diz e repita e reveja o que o texto diz.
De forma mais detalhada poderíamos dizer que para segui este método é preciso:

7.1 - Fazer pergunta sobre o texto, buscado descobrir o que se sabe sobre o mesmo.
7.2 - Faça uma leitura passiva buscando captar o plano do autor.
7.3 - Busca conhecer o autor.
7.4 - Faça uma leitura analítica, tomando notas dos principais pontos e conclusões pessoais.
7.5 - Resuma o conteúdo lido.
7.6 - Relacione os conteúdos lidos.
7.7 - Reveja ao final da leitura, as fichas de anotações.
7.8 - Faça uma explanação oral do que aprendeu.

Ao aplicar este método o aluno aprenderá a ler de modo que conseguirá assimilar, absolver e argumentar sobre o conteúdo lido.
A leitura no estudo.

Em todos os meios intelectuais a leitura constitui um dos fatores decisivos no estudo. Pois através dela se amplia o campo cultural e as fontes de conhecimento.
Logo ler não é uma opção, mas uma necessidade.
Todavia é preciso saber ler, pois a leitura sem assimilação é perda de tempo.
A duas espécies de leitura:
Uma que desinteressada em busca de conhecimentos gerais e atuais se compromisso de registro.
E a por necessidade de saber, aprender e aprofundar no conhecimento que se tem de alguma coisa. Essa requer atenção e concentração mental.
Também na leitura a Aplicação do método é indispensável e envolve algumas normas, técnicas e atitudes corretas. Por ora veremos apenas algumas regras mais importantes.

1 – Realize sua leitura de estudo com o propósito definido.
Isso ajudará concentra-se melhor.

2 – Reconhecer que a velocidade deve ser diferente para cada assunto.
Uma teoria especializada requer menos velocidade que uma obra literária.

3 – Compreender o que ler.
Tirando todas as dúvidas necessárias: vocabulário, idéias...

4 – Fazer uma avaliação critica do que se leu.
Levantar algumas perguntas antes, durante e depois da leitura.

5 – Discutir o com alguém leu.
Discutir e uma forma de analisar e avaliar o que se leu.

6 – Fazer uma aplicação da leitura.
A aplicação ajuda a consolidar a absorção dos novos conhecimentos.

1. SELEÇÃO DO QUE LER.

Todo acadêmico tem necessidade de ler e deve ter prazer nisso. Todavia é necessário entender que nem todo livro serve ao objetivo de determinado estudo.
Mas a questão é o que ler em um mundo onde de tantos livros?
E necessário aprender a selecionar a leitura previamente. Para isso é necessário que:

1.1 - Examinar os livros que lhe chamam atenção. Fazer uma analise e rápida leitura do titulo, autor, sumários, índice, bibliografia, data editora.
1.2 - Se o livro for de uma edição nova, procure informações ou resenha em revistas, jornais. Se for uma obra clássica procure em enciclopédia ou professor da área. (Também sugiro a na internet).
1.3 - Formar uma biblioteca pessoal. Principalmente com livros especializado em sua área e de fundamental valor.

2. TREINAMENTO E AMBIENTE

O estudo proveitoso de um texto requer concentração e reflexão. Parafraseando Paulo freire estudar e buscar relação entre o conteúdo e as outras dimensões a volta do texto é uma forma de reescrever ou recriar.
O treinamento para ler e entender é necessário principalmente para quem tem pouco habito de concentração e reflexão.
Esse treinamento não é fácil, mas é necessário. Vejamos o que é preciso:
2.1 - Condições que deixe o leitor confortável fisicamente no período de leitura.
2.2 - Um bom ambiente com boa iluminação, com o menor número de ruídos possível e de grande tranqüilidade.
2.3 - Preparando-se previamente com uma com uma boa concentração diminuindo os “ruídos interiores” e aumentando o “silêncio interior”.

3. RENDIMENTO E RAPIDEZ

Não são poucos os estudantes que não consegue absorver o que lêem. No geral essa dificuldade se manifesta por causa da ausência de velocidade e ritmo adequado à leitura.
É necessário que os olhos leiam com o ritmo e a velocidade da mente. Que quase sempre é a mesma que falamos.
Para isso acontecer é necessário:
3.1 – Constantemente praticar a leitura oral, principalmente nas narrativas.
3.2 – Não ler apenas palavras isoladas, mas conjunto de palavras ou unidades de pensamentos.
3.3 – Leia sempre em diagonal. Ao terminar a leitura de uma linha, passe rapidamente da última palavra dessa linha para primeira palavra da linha abaixo, todavia fixe os olhos principalmente nas palavras que se encontram no centro das linhas.

4. A VEZ DO VOCABULÁRIO

Talvez você julgue ter um vasto vocabulário. Todavia a leitura de diversos assuntos sempre traz vários palavras desconhecidas. Pois toda língua tem vários vocábulos especializados e restritos as áreas determinadas.
Para se ter um bom vocabulário é necessário:
4.1 - Esclarecer o significado da palavra desconhecida no momento que surge no texto, e logo em seguida tomar nota.
Ler apalavra com freqüência e sempre observá-la em ação.
4.2 - A importe se ter um bom vocabulário, porque aumenta o conhecimento e a velocidade da leitura.








O ESTUDO DO TEXTO.

Há varias maneiras de se estudar um texto, todas elas dependem do propósito do estudo.
Uma peça de teatro é lida pelo ator com o objetivo de decorar o que irá falar. Enquanto o critico teatral lera com outro propósito distinto.
Portanto a forma de estudar o texto depende diretamente do seu propósito.
Para que o estudo de qualquer texto seja bem proveitoso é necessário:

1. IDÉIA PRINCIPAL E A UNIDADE DE LEITURA.

Toda leitura tem um destino específico, para chegar neste destino a vários caminhos, mas o mais curto é constituído pela idéia principal também chama de idéia diretriz.
Nem sempre é fácil encontrar a idéia diretriz, por isso quem deseja encontrá-la deve:
1.1 - Mapear a unidade de leitura do texto dentro do sentido completo do pensamento do autor. Esta unidade por sua dentro do possível deve ser dividida para facilitar o entendimento da idéia principal.
1.2 – Considerar o contexto das unidades anteriores e posteriores.
1.3 – Após analisar e encontrar a idéia principal deve-se formulá-la em frase-resumo.

2. COMO SUBLINHAR.

Segundo o dicionário Aurélio uma das definições de sublinha é destacar. E isso não é tão fácil como se pensa. Nem todos destacam de forma correta porque não consegue distingue o importante e o mais importante.
Para sublinhar o que é mais importante é necessário:
2.1 – Resistir à tentação de sublinhar na leitura passiva ou inicial.
2.2 - Não sublinhar se submeter o texto a um questionamento prévio.
2.3 – Só sublinhar durante a leitura analítica e reflexiva do texto.
2.4 – Sublinhar somente as idéias diretrizes.
3. COMO ESQUEMATIZAR O TEXTO.

O esquema ou esboço é uma representação gráfica, lógica, sintética, dividida e subdividida do que se leu.
Um bom esquema deve ser composto de:
3.1 – Uma boa distribuição dos assuntos, com divisões e subdivisões de forma lógica e cronológica.
3.2 – Deve ser construído por meio de chaves de separação ou classificação numérica de divisões e subdivisões.
3.3 – mantenha sempre a fidelidade do pensamento central do autor.
3.4 – Coloque, de forma resumida as suas conclusões pessoais do texto.

4. COMO RESUMIR

O esquema é o esqueleto, o resumo é a carne que preenche este esqueleto, de forma sintética. Todavia o resumo não é uma mera cópia dos pontos principais do texto, mas sim a síntese do que se aprendeu.
Para ter um bom resumo é necessário:
4.1 - Não comece a resume sem fazer o levantamento previu do esquema do texto ou de ter organizado todas as fichas de anotações feitas durante a leitura.
4.2 - Faça o resumo de forma lógica e com frases breves e objetivas das principais idéias diretrizes do texto.
4.3 - Acrescente de forma coerente as suas observações pessoais ao resumo, considerando porem a idéia e o pensamento principal do autor.
4.4 - Coloque no resumo, as necessárias referências bibliográficas.

5. ANÁLISE TEXTUAL¹

5.1 - Estabeleça a unidade de leitura.
5.2 - Leia raptamente o texto completo da unidade de leitura, assinalando na margem as palavras desconhecidas e os pontos que requerem um maior esclarecimento.
5.3 - Estabeleçam o sentido das palavras desconhecidas, e as eventuais duvidas que tenha surgido de texto.
5.4 - Informe-se melhor sobre o autor do texto.
5.5 - Faça um esquema do texto estudado.

6. ANÁLISE TEMÁTICA.

Após conclui a análise textual, a etapa seguinte é a da análise temática, cujo objetivo é a compreensão profunda do texto.
Nesta fase o estudante não discute com o texto apenas interroga-o e deixa que ele lhe fale a resposta.
A primeira coisa a fazer é descobrir a idéia central ou diretriz. Para isso é necessário ler cada unidade de leitura do texto de modo reflexivo.
Pergunte para todo texto buscando respostas objetivas, as seguintes interrogativas:
a) De que trata este texto?
b) O que mantém sua unidade global?

Descubra de maneira esquematizada, como o autor aborda o texto dentro de sua problemática, quais os seus argumentos e em que se baseia a sua conclusão.
Examine as unidades do texto buscando as idéias principais, secundárias e as complementarias.
Por Fim, só termine a analise depois que descobrir o esquema definitivo da linha de pensamento do autor.

7. A ANÁLISE INTERPRETATIVA

Esta última etapa visa interpretar de forma analítica, o que “ouviu” do autor, comparando-as com a de outros autores contemporâneos, e fazendo com que o conhecimento arquivado e elevado ao nível superior. Tomando uma posição própria em relação às idéias do autor.
Para uma boa análise interpretativa é necessário que:
7.1 - Não interprete de forma subjetiva.
7.2 - Compare as idéias do autor com o contexto geral cientifico e filosófico contemporâneo.
7.3 - Leia o que estar explicito, mas também implícito nas entrelinhas do pensamento do autor.
7.4 - Faz uma analise crítica e coerente. E adote uma posição em relação à idéia do autor, de maneira que possa defendê-la.
7.5 - Faz um resumo escrito do que entendeu.
7.6 - Discuta em grupos, debates seminários ou com amigos o que aprendeu.

TESE:
Há maneira dos estudantes melhoram seu desenvolvimento acadêmico, é conhecerem e desenvolverem os métodos leitura e estudo individual e em grupo, e os aplicando em sua vida acadêmica. Pois esse é o único caminho para se obter maior eficiência nos estudos.

CONCLUSÃO

A maioria dos estudantes, mesmo os de nível superior, precisam aprender a aprender. Não são poucos os que ingressam na faculdade com os mesmos vícios e a mesma mente do colegial.
Sabe estudar com eficiência não é inato é algo que se aprende no decorre da via acadêmica. Livro “o método cientifico”, é um manual pratico para os que querem ser realfabetizado na maneira correta de ler e compreender, e aperfeiçoar os bons hábitos de estudos.
Apesar de ser um livro técnico é um livro de fácil e agradável leitura. O autor de forma simples, dinâmica e interessante traz nos capítulos 5°, 6° e 7° (da pagina 49 a 97), os principais métodos científicos para a maior eficiência nos estudos. Dentre eles os métodos de leitura e estudo individual e em grupo.
Seria muito bom se livros como este chagassem nas mãos dos estudantes ainda no colegial.
Por fim, não podemos fazer uma análise crítica por conhecer poucos os métodos científicos da metodologia científica.

Seminarista Jailson Santos

Um comentário:

  1. Parabéns meu irmão e glória a Deus por essa ajuda que vc sempre disponibiliza para tds que querem da mediocrida e avançar um pouco mais na vida cristã e acadêmica...
    Some não viu:)
    Abraços!!

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Jailson Santos

Mestrando em Divindade pelo Centro de pós-graduação Andrew Jumper (Mackenzie - São Paulo)

Bacharel em Teologia pelo Seminário JMC e Universidade Presbiteriana Mackenzie

Pastor auxiliar na Igreja Presbiteriana Aliança em Limeira - SP

Professor de teologia sistemática no SPFB

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